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Chef brasileiro classifica-se no
México para o Bocuse d'Or
Setembro
de 2008 -
O chef Mauro Freitas, do Hotel
InterContinental Rio, voltou do México comemorando a
classificação para o Bocuse D'Or 2009 - a "Copa do Mundo" da
alta gastronomia", na França. Mauro ficou em terceiro lugar
no Concurso Culinario Latinoamericano Azteca 2008, garantindo uma
das três concorridas vagas para o mundial. Único
representante brasileiro na competição, o chef enfrentou 11
concorrentes da América Latina, ficando atrás da bicampeã
Argentina e do Uruguai. Na classificação final, o Brasil
ficou com 838 pontos, o Uruguai com 840 pontos e a Argentina
com 850 pontos.
Os pratos com pargo e cordeiro de leite foram os temas desta
edição. Todos os concorrentes tiveram que elaborar 13
pratos, com três guarnições diferentes, para cada um dos
temas, em cinco horas. Em seu terceiro concurso
gastronômico, e primeiro como chef , Mauro fez bonito, porém
um minuto de atraso o distanciou de um primeiro lugar
merecido. O atraso custou a perda de 40 pontos, que fariam
do Brasil campeão com larga vantagem em relação aos outros.
O motivo da penalidade foi a pane no forno que a organização
do concurso forneceu ao participante.

Bandeja de Peixe (Pargo)

Bandeja de Carne - (Cordeiro de Leite)
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O cearense Mauro Freitas, 32 anos, mora no Rio de Janeiro há 13
anos. Assim que chegou à cidade começou a trabalhar no
Intercontinental Rio como ajudante de cozinha. Desde então, vem
traçando um caminho de sucesso dentro e fora do hotel. Já fez
treinamentos nos hotéis InterContinental da Argentina e de São
Paulo. Hoje, Mauro é subchef do hotel e responsável pela elaboração
dos menus gastronômicos que o restaurante Alfredo di Roma oferece
mensalmente. Mauro foi chef na Vila Olímpica durante o Pan-Americano
e o Para-Pan, realizados em 2007, no Rio de Janeiro.
Bocuse D'Or
Criado em 1987 por Paul Bocuse, eleito como "Cuisinier du Siècle"
pelo guia Gault et Millau em 1989, o Bocuse d’ Or é realizado a cada
dois anos na França. É um tour pelas diversas culturas gastronômicas
e serve como vitrine de novos talentos, que demonstram sua perícia e
arte, além de ter acesso a novas tecnologias do setor alimentício. O
candidato deve ser nativo do país que representará e chegar à final
de concursos eliminatórios. A edição deste ano contou com o chef
Marcelo Pinheiro, do InterContinental São Paulo, que teve a melhor
colocação entre os representantes da América Latina.
Para saber mais sobre o Bocuse d'Or,
clique aqui. |
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