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                                                                 O maior espetáculo da Arte do Açúcar do planeta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chef Gabriel Paillasson

 

Saiba mais sobre ele,

Clique aqui.

 

 

 

 

 

 

 

História da Coupe du Monde de la Pâtisserie

1983: Não existe em Lyon, a grande capital gastronômica da França, conseqüentemente, do mundo, um evento à altura de sua reputaçãol. Um grupo de profissionais, de variados segmentos ligados ao setor alimentício, junto com os responsáveis pelos seus respectivos sindicatos, decidem por fim à essa lacuna. Batizado de "Salon des Métiers de Bouche", o evento é um sucesso. Mais de 500 expositores e 51 mil visitantes o honraram com sua presença.

 

O sucesso se confirma na segunda edição do evento: 750 expositores e 70 mil visitantes se deslocaram até a Eurexpo, o novo Parque de Exposições de Lyon. Paul Bocuse é escolhido com Presidente de Honra do Salão, no qual, quatro anos mais tarde, criaria o Bocuse d'Or.

 

Gabriel Paillasson, então presidente do Syndicat Régional des Pâtissiers (Sindicato Regional dos Confeiteiros), mas também um dos fundadores do Salon des Métiers de Bouche, acompanha o evento de perto.

 

Este humanista, de coração grande e apaixonado pelo seu ofício, gosta de partilhar e transmitir valores profissionais e humanos. Tal qual seu colega Paul Bocuse, Gabriel Paillasson tem um gosto especial pelas competições. Independente do resultado, considera uma formidável oportunidade de partilhar, aprender, de se distinguir e dar o melhor de si mesmo buscando a perfeição.

 

Ele dispôs de dois anos para colocar de pé um evento de excelência a serviço da arte da confeitaria. Reuniu em torno de si uma equipe de amigos Meilleurs Ouvriers de France, analisaram a viabilidade e o interesse em se promover um evento desse porte, buscaram um nome, organizaram um plano de ação e, enfim, foram em busca do capital necessário para se concretizar um desafio desse porte

 

Definiu-se, então, que a "Coupe du Monde de la Pâtisserie", pois foi esse o nome que ganhou o evento, seria realizada a cada dois anos, dentro do SIRHA (ainda chamado de Salon des Métiers de Bouche), paralelamente ao Bocuse d'Or. Aconteceria, assim, a  grande e excepcional união mundial do "salgado" e do "doce" - situação perfeita, já que a sobremesa é o "bouquet final" esperado de uma boa refeição.

 

1989: Nasce da Coupe du Monde de la Pâtisserie sob a égide da Union Internationale de la Pâtisserie, Confiserie, Glacerie et de la Société des Meilleurs Ouvriers de France (UIPCG).

 

"A Coupe du Monde de la Pâtisserie será para a confeitaria o que a Fórmula 1 é para o automobilismo: uma referência incontestável", resume Gabriel Paillasson.
 

Parceiros de peso se unem ao projeto: a gigante do chocolate VALRHONA torna-se patrocinadora oficial.  COINTREAU e PIERRE-BRIDGE também patrocinam. Jean Millet, Meilleur Ouvrier de France, presidente da UIPCG é escolhido para ser o Presidente de Honra, Marcel Derrien, Meilleur Ouvrier de France, para Presidente do Júri Internacional.

 

Em 21 e 22 de janeiro de 1989, as cortinas se abrem para o mais saboroso dos espetáculos conhecidos do mundo gourmand. Doze países, escolhidos entre os membros da

 

UIPCG participam da competição: Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Japão, México e Portugal. Cada país designa uma equipe para ir a Lyon, composta de um presidente, que comporá o júri internacional, um pâtissier, um chocolatier e um glacier (escultor em gelo), todos com mais de sete anos de experiência.

 

As equipes dispõem de 10 horas para realizar:

 

1 sobremesa de chocolate com apresentação para 8 pessoas sobre uma base de 40x60cm e altura livre.

 

6 tipos diferentes de 12 bombons de chocolate com apresentação sobre uma base de 50x40cm, altura livre.

1 sobremesa gelada para 8 pessoas, com apresentação em uma escultura de gelo ou outros suportes comestíveis (chocolate, nougatine) sobre uma base de 40x60cm.
 

Tudo se desenrola ao vivo, diante do público instalado nas arquibancadas em frente aos boxes. A pâtisserie se transforma em espetáculo. Nada jamais visto nos concursos profissionais: os fiscais controlando o bom andamento da prova, a contagem dos pontos, a classificação. Uma organização impecável.

A equipe da França vence a disputa. Mickaël Azouz, Thierry Froissard e Serge Billet recebem o troféu, de autoria do escultor Antoine Arnaud, das mãos de François Doubin, Ministro do Comércio francês.

 

A partir dali, o regulamento da Coupe du Monde de la Pâtisserie evoluiu. O espetáculo se tornou digno de Hollywood. A imprensa internacional se faz sempre presente e os parceiros profissionais são cada dia mais numerosos.

A Coupe du Monde de la Pâtisserie revelou ao mundo uma profissão capaz de vencer um desafio muito difícil com suavidade, qualidade, amor pelo trabalho bem feito, senso do belo e do gesto gratuito, e criatividade. E são essas as suas regras elementares.

Em 1991, é criado, na França, o Clube da Coupe du Monde de la Pâtisserie que se espalha por diversos países com o objetivo de fazer viver e repercutir o evento.

 

Verdadeiro trampolim para a glória, a participação no concurso é um passaporte seguro para uma bela carreira a partir dali. Se quiser conferir, clique aqui, e veja, hoje, como estão e o que pensam sobre a Coupe du Monde de la Pâtisserie, os capitães das equipes vencedoras desde a primeira edição até 2005 (em francês).
 

 

 

 

 

 

 

Coupe du Monde de la Pâtisserie  - 1989-2009

20 anos de Criatividade, Talento e Arte

 

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Atualizado em: 05 agosto, 2010.