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Consumida pelo homem desde os seus primórdios, a carne de
pescado é mais nutritiva, menos gordurosa, rica em ômega 3,
aminoácidos essenciais, minerais como sódio, potássio,
magnésio, cálcio, ferro, fósforo, iodo, flúor, selênio,
manganês e cobalto, vitaminas A, E e principalmente a D,
importante para a calcificação óssea, além de vitaminas
hidrossolúveis como niacina e ácido pantotênico, importantes
para o metabolismo energético e de macro nutrientes
(carboidratos, proteínas e gorduras).
Uma das
principais vantagens nutricionais do consumo da carne de
pescado é o teor e a presença de gorduras como o ômega 3,
que reduz o risco de doenças cardíacas e circulatórias, tem
ação antiinflamatória, auxilia na regeneração de neurônios e
no desenvolvimento cerebral, tornando-se fundamental na
infância. Pode, também, reduzir o risco do mal de
Alzheimer, demência e cansaço mental, o que a torna
essencial para o idoso. Além disso, pode contribuir no
tratamento da depressão, ansiedade e alterações do sono; é
eficaz no tratamento da hipertensão arterial; atua na
coagulação sangüínea, alivia dores da artrite reumatóide e
protege a pele contra raios ultravioleta.
De fácil
digestão, os pescados podem ser consumidos de muitas formas:
assados, fritos, empanados, cozidos, grelhados, ensopados e
até crus, desde que se tome cuidado com a fonte de
origem e, caso congelado, que seja a temperaturas menores
que -20º C. Devido a alterações ambientais, pesca
predatória, poluição das águas, falta de manejo, o número de
pescado nas águas tem diminuído e algumas espécies entrado
na lista dos ameaçados de extinção.
Para uma dieta saudável, os nutricionistas recomendam o
consumo de pescados pelo menos duas vezes por semana,
optando-se por preparações grelhadas, assadas ou ensopadas
que são menos calóricas e seguras.
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