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COCO
Virgínia Brandão
Coco é o nome do
fruto da palmeira. Existem muitos tipos de palmeiras e, portanto,
diversos tipos de cocos, entre eles, os mais conhecidos, a carnaúba, o
babaçu, o dendê, a tâmara e o coco-da-baía, o fruto do coqueiro.
Origem
controversa
O coqueiro (Cocos
nucifera L.), é um membro da Família Arecaceae (família das palmeiras).
É a única espécie classificada no gênero Cocos e a palmeira de maior
importância econômica. Sua origem é controversa. Enquanto uns afirmam
que é originário da Costa Ocidental da América Central e dali
disseminou-se pelo Sudeste asiático, outros afirmam que é nativa da
Indonésia, da Nova Zelândia ou da Índia. Existe uma teoria de que o
coqueiro espalhou-se pelo mundo através das correntes marítimas que
levaram os frutos mar afora e estes chegaram às praias, inclusive por
aqui, na
região litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, onde, até hoje
existem em profusão.
Mas, o mais certo, é
que, no Brasil, tenha sido introduzido em 1553, procedente da Ilha de
Cabo Verde que, por sua vez, recebeu-os originários da Índia. Da região do Recôncavo Baiano, espalhou-se por
toda a costa do Brasil levado, provavelmente, por dispersão natural,
através das correntes marítimas.
Na "terra brasilis", o
coqueiro não revelou, imediatamente, ao indígena que habitava aquela
área, todas as suas potencialidades alimentares. Segundo Câmara Cascudo,
pouco mais de 50 anos após sua introdução no país, frei Vicente do
Salvador já observava que, por aqui, cultivavam-se em quantidade as
grandes palmeiras que dão o coco, mas acrescentava também, que o
habitante da terra apenas aproveitava a água e a fina polpa, nutritivas
e refrescantes de seu fruto verde, desconhecendo o uso do fruto seco.
Ainda segundo o autor, foi apenas com a chegada dos escravos africanos,
especialmente aqueles originários de Moçambique - onde a extração e o
aproveitamento do leite de coco já eram práticas comuns, herdadas da
longínqua Índia - que iniciou-se a perfeita alquimia que culminou com a
criação dos deliciosos e únicos pratos da original culinária
afro-brasileira.
O termo "coco" foi
criado pelos portugueses no território asiático
de Malabar, na viagem de Vasco da Gama à Índia (1497-1498), a partir da
associação da aparência do fruto, visto da extremidade, em que o
endocarpo e os poros de germinação assemelham-se à face de um "coco"
(monstro imaginário com que se assusta as crianças; papão; ogro). Do
português o termo passou ao espanhol, francês e inglês "coco", ao
italiano "cocco", ao alemão "Kokos" e aos compostos inglês "coconut" e
alemão "Kokosnuss".
Planta Tropical
Sendo por excelência
uma planta de clima tropical, encontrou ao longo da costa litorânea da
região Nordeste um "habitat" adequado para o seu pleno desenvolvimento.
Mas pode também ser cultivado em outras regiões distantes do mar. Gosta
de clima quente e úmido. Para o bom desenvolvimento da planta não pode
ocorrer falta de água, necessitando cerca de 2000 mm de chuvas bem
distribuídas durante o ano. A temperatura média anual não deve ser
inferior a 22 graus C, fator muito importante para a floração do
coqueiro. Além disso, a planta não tolera ventos fortes e frios e
necessita boa insolação. Quanto ao solo, deve ser leve, profundo,
permeável e arejado. O pH ideal situa-se na faixa de 6,0 a 6,5. A
propagação do coqueiro se dá por meio de sementes que devem ser obtidas
de plantas produtivas, de estipe reto e vigoroso; boa distribuição de
copa e grande número de folhas e, é claro, livre de pragas e doenças. Os
frutos escolhidos devem apresentar tamanho médio, formato arredondado e
estarem perfeitamente maduros (11 a 12 meses de idade).
Características do
Coqueiro
Planta arbórea
perene, o coqueiro é uma planta de grande longevidade, podendo viver
além dos 150 anos. Palmeira de raiz fasciculada (vai a 1,8m. para lados
e até 0,6m. para baixo), tem um caule indiviso (único) liso, chamado de
estipe ou espique, que pode atingir até 30 m de altura e 30 a 50 cm de
diâmetro (coqueiro gigante). Há, porém, variedades anãs que não
ultrapassam 2 ou 3 metros. As folhas, em tufo de 30/35 unidades,
localizam-se na extremidade superior da árvore. São bem verdes, pinadas
e arqueadas, largas e compridas - de 3 a 6 metros de comprimento,
podendo chegar a ter quase 1 metro de largura (duram de 1 a 2 anos). O
coqueiro é uma planta monóica (órgãos masculinos e femininos na mesma
planta), produzindo flores unissexuadas em uma inflorescência ramificada
em forma de cacho com pequenas e numerosas flores femininas globosas
(normalmente, de 12 a 15 inflorescência por ano em intervalos de 24 a 30
dias). Seu fruto é o coco, popularmente conhecido como coco-da-baía.
As variedades de
coqueiro
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Gigante - também
chamado de típico, é predominante, tem grande altura, polinização
cruzada, fruto verde, cocos destinados à industrialização. Dos 6 aos
9 anos de idade o coqueiro inicia a produção de frutos, que se
estabiliza quando chega aos 12 anos, alcançando uma média de 70
cocos por pé ao ano. Esta é a variedade mais comum em todo o
Nordeste brasileiro, região responsável por cerca de 85% da produção
nacional e mais de 90% da área plantada, ocupando principalmente os
Estados de Alagoas, Sergipe e Bahia.
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Anão -
representado por tipos com frutos verdes, vermelhos e amarelos, tem
auto fecundação e frutos destinados ao consumo da água-de-coco. Não
alcança mais do que 10 metros de altura, o que facilita bastante a
coleta dos frutos. É mais precoce do que a variedade gigante,
iniciando sua frutificação no segundo ano após o plantio, também
apresentando maior produtividade, cerca de 200 frutos por pé ao ano.
Em compensação, vive apenas 20 anos, ou seja, bem menos tempo do que
o centenário coqueiro comum. No Brasil, a
variedade anã foi introduzida pelos doutores: Artur Neiva e
Miguel Calmon em 1925, quando retornavam de uma viagem ao Oriente
estimulados pela precocidade na produção e facilidade de colheita dos
frutos.
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Híbrido -
proveniente do cruzamento natural ou artificial gigante x anão.
O Coco
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1 - Exocarpo ou epicarpo
2 - Mesocarpo
3 - Endocarpo Lenhoso (casquilho)
4 - Endosperma sólido (polpa)
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Botanicamente
falando, um coco é um fruto seco simples classificado como drupa fibrosa
(não uma noz). A casca tem uma superfície relativamente fina e lisa
(exocarpo ou epicarpo - 1) por baixo da qual vem uma espessa capa fibrosa
com aproximadamente 5 cm de espessura dependendo da variedade (mesocarpo
- 2) ), que envolve um "caroço" interno muito duro (endocarpo
lenhoso - 3), popularmente chamado de casquilho ou quenga.
Antes de amadurecer,
os frutos estão quase que completamente cheios de líquido
esbranquiçado (albume) - a água de coco. A medida que o coco amadurece,
a água vai diminuindo e espessando a parte carnosa branca (endosperma
sólido), que de início assemelha-se a uma geléia mas que ,quando os
frutos estão completamente maduros, chega a 1 cm ou mais.
Para a
germinação do fruto é necessário pequena quantidade de água de coco: um
coco seco não germina.
Fases de
Amadurecimento
Na primeira fase de
amadurecimento do coco, (4 a 5 meses), ocorre o
desenvolvimento da amêndoa, da casca, casquilho e a água de coco que
enche totalmente seu interior. Na segunda fase (de 6 a 8
meses), a casca e o casquilho se endurecem e engrossam. Na terceira
fase, o endosperma (polpa) se desenvolve e amadurece. Em geral, quando o fruto
tem uns 160 dias, alcança seu tamanho máximo e começa a formar a
amêndoa. Quando tem 220 dias, começa a madurecer o casquilho. O
endosperma sólido, está completamente formado em torno de 300 dias e em
12 meses, o casquilho, está completamente maduro, juntamente com o
fruto. A casca, que se forma ao mesmo tempo que o embrião, em seu
período inicial é tenra e logo se enrijece e escurece. O fruto chega a
alcançar o peso médio de 3 a 4 Kg.
A Polpa
A massa albuminosa
do coco, a polpa, é rica em
proteína e vitaminas e pode ser consumida crua, em seu estado natural,
ou processada como gordura vegetal, coco ralado e leite de coco, obtido
através da prensagem da polpa ralada. Em todas as suas formas, tem vasta
utilização culinária e está presente em pratos salgados e doces da
cozinha de muitos países, do Oriente ao Ocidente, como Índia, Indonésia
e todo o Sudeste asiático; praticamente toda a África e Brasil,
principalmente na culinária baiana.
A água é saborosa, hidratante e considerada um
isotônico natural por ser rica em sais minerais. A presença do sódio e
potássio em sua composição possibilita a recuperação destes minerais
perdidos através da urina e, sobretudo, do suor. Sua composição é
semelhante a do soro fisiológico, o que a torna eficiente para hidratar
a pele, reduzir o colesterol, combater a desidratação, enjôos e também a
retenção de líquidos no organismo.
Propriedades
Nutricionais
Alimento completo, o
coco é excelente substituto da carne, do queijo, do ovo e do leite, aos
quais é superior. É rico em proteínas, gorduras, calorias, sais,
hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C.
Propriedades
Medicinais
A água de coco tem
várias aplicações na terapêutica caseira. A água e o leite de coco são
apropriados nos casos de rugas da pele. Prestam-se também como
calmantes, diuréticos, anti-térmico, estimulante do apetite, depurativos
do sangue, etc.
O coco verde possui as mesmas propriedades do leite materno, segundo
experiências realizadas nos Estados Unidos. No Havaí, as mães costumam
alimentar os bebês com leite de coco. Uma colherada de coco pela manhã,
é excelente remédio contra vermes intestinais. E a polpa age como
adstringente nas hemorróidas.
Árvore da Vida
Considerado
mundialmente como a "árvore da vida" por seus múltiplos usos e
finalidades, o coqueiro é uma rica fonte de alimento e de energia
utilizado na habitação, na movelaria, nas indústrias de cosméticos, de
margarinas, de sabões e de fibras, e no artesanato. No coqueiro,
praticamente tudo é utilizado: raiz, estipe, inflorescência, folhas,
palmito e principalmente o fruto que, mediante uma transformação
geralmente simples, gera diversos subprodutos ou derivados
Variedade de Usos
O casquilho é
utilizado para a produção de carvão, carvão para gasogênio, carvão
desodorizante e carvão ativado. O coque metalúrgico, pelo seu alto valor
calorífico e baixo teor de cinzas, viabiliza seu uso na ourivesaria,
metalurgia e indústria artesanal, em substituição ao carvão mineral.
No processamento industrial, seja para extração de óleo de coco, ou seja
para a produção de leite de coco, obtém-se um resíduo de grande
importância na alimentação animal - a torta de coco - que pode ser
ministrado ao rebanho como fonte de proteínas e energia. Outro
subproduto, geralmente desperdiçado pela indústria, é a água do coco
seco, que poderia ser utilizada para fornecer açúcares e sais minerais,
principalmente potássio. Segundo R. Child, cada litro de água de coco
maduro contém, aproximadamente, 20g de extrato seco de sais minerais
Da casca do coco são extraídas fibras de diferentes comprimentos que
servem na fabricação de uma diversidade riquíssima de artigos como
vestuário, tapetes, sacaria, almofadas, colchões, acolchoados para a
indústria automobilística, escovas, pincéis, capachos, passadeiras,
tapetes, cordas marítimas, cortiça isolante, cama de animais. Os
resíduos de matéria vegetal resultante da extração das fibras das cascas
possuem, geralmente, uma grande umidade que, após uma secagem natural e
queima podem retornar ao coqueiral em forma de cinzas que contêm,
segundo Y. Frémond (1969), 30% em K2O (óxido de potássio). Caso as
cascas não sejam queimadas, pode o produtor incorporá-las ao solo como
adubo orgânico fornecendo nesse caso, 3,5% em K2O.
Um dos produtos derivados do coco de grande comercialização no mundo
inteiro é a copra ou amêndoa do coco, pela facilidade e economia de
transporte para países interessados nessa matéria prima. É obtida
partindo-se o coco maduro em 3 partes, que são postas a secar. A seguir,
retira-se, em fragmentos, a polpa branca, continuando a secagem. Do
produto assim obtido, a copra, de odor desagradável, usada,
principalmente, para a extração do óleo de coco, empregado como alimento
há milhares de anos e, também, como combustível, matéria-prima na
fabricação de borracha sintética, margarina, cosméticos, fluidos para
freios hidráulicos de aviões, resinas sintéticas, inseticidas e
germicidas, agente plastificador de vidros de segurança, adesivo no
processamento de lubrificantes, na fabricação de glicerina e,
principalmente, nas indústrias de sabões e detergentes que preferem o
.óleo de copra pelas suas características próprias como espumante,
bactericida, germicida, e, principalmente, por ser biodegradável,
portanto, não poluidor do meio ambiente, como acontece com outros tipos
de detergentes e saponáceos.
A produção mundial de copra de coco está concentrada em 3 países
asiáticos: Filipinas, Indonésia e Índia, que produzem 76%, levando o
continente a responder por 85% da produção mundial de copra.
Nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos que ainda dispõem de
outras matérias primas para obter óleos comestíveis (soja, algodão,
girassol), o óleo de coco é altamente utilizado na fabricação de álcool
graças ao teor de ácidos láuricos e ácidos saturados de menor peso
molecular. Ele serve, especialmente, na fabricação de detergentes, como
os sulfatos de álcool não poluentes, devidos às suas propriedades
biodegradáveis. A indústria de plásticos utiliza-se também dos álcoois
derivados do óleo de coco.
A inflorescência do
coqueiro serve de fonte alternativa para a produção de açúcar, já que, a
seiva da inflorescência "Toddy", em estado fresco (não fermentado),
contém de 12 a 15% de sacarose, similar ao teor de caldo de
cana-de-açúcar usado na preparação do açúcar. Considerando-se, segundo
estudos de Frémond, que a colheita gera por planta,
aproximadamente, 227 litros de seiva, ou seja, 36 Kg de açúcar nos oito
meses de colheita por ano. A quantidade possível de açúcar produzida por
hectare vai depender, naturalmente, do espaçamento adotado na plantação.
A seiva que exsuda dos pedúnculos cortados é adocicada e pode ser tomada
ao natural, como refresco, ou se deixa fermentar para a fabricação de
uma bebida alcoólica, o arrack. Com a seiva, pode-se fazer também o
vinagre de palma, além do açúcar, como foi anteriormente mencionado.
Importância
econômica
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A original
culinária afro-brasileira
Que pratos dessa culinária podem levar leite
de coco ou coco puro? Muitos! Entre os
salgados, o vatapá, o caruru de folha, o
efó, as frigideiras de maturi, peixes e
frutos do mar, as moquecas todas, de arraia,
aratu, camarão, peixe, lagosta, ostra e
siri-mole, o xinxim de galinha, o
arroz-de-hauçá, e outros. Entre os doces, a
baba-de-moça, as cocadas, branca, queimada
ou de coco verde, de cortar ou de colher, a
cocada-puxa, o quindim, o "creme do homem",
o beiju molhado, o cuscuz de tapioca, os
bolos todos, de aipim, de milho, de milho
verde, de tapioca, de massa puba e de
farinha de trigo, os mingaus de milho, de
puba e de tapioca, a canjica, a pamonha, o
xerém, o munguzá, a paçoca de banana, entre
tantas outras invenções possíveis.
Apesar de se tratarem de pratos bastante
específicos e típicos, muitos dos princípios
contidos em seu receituário foram
incorporados às outras culinárias desse país
continente, tendo sido transformados e
adaptados de acordo com os ingredientes e
costumes locais, mantendo, é claro, o
precioso sabor do coco-da-baía.
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O coqueiro é
cultivado em aproximadamente 11,6 milhões de hectares em 86 países
localizados na zona intertropical do globo terrestre, Cerca de 96% da
produção mundial é proveniente de pequenos agricultores, com áreas de
0,2 a 4 hectares, sendo 70% dessa produção consumida internamente nesses
países, constituindo-se na principal fonte de gorduras e proteína. A
sua importância, na grande maioria dos países, se deve ao seu papel na
produção de óleo, como geradora de divisas e como cultura de
subsistência para os pequenos agricultores, fornecendo alimentos,
bebidas, combustíveis, ração para animais e abrigo. O coqueiro tem um
papel muito importante na sustentabilidade de ecossistemas frágeis.
Os maiores produtores mundiais de coco são as Filipinas, Indonésia,
Índia, Sri Lanka e Tailândia. México, Brasil e Venezuela lideram a
produção latino-americana. Quase todos os países da América Central
cultivam o fruto.
No Brasil
A introdução do
coqueiro no Brasil e sua adaptação aos solos arenosos da costa
brasileira, permitiram o surgimento de uma classe produtora, ocupando um
ecossistema com poucas possibilidades de outras explorações comerciais,
cuja cadeia produtiva é muito diversificada e de grande significado
social. A cultura do coqueiro está disseminada numa área de 247 mil
hectares com uma produção aproximada de 1,1 bilhões de frutos,
concentrada no Nordeste do Brasil.
Antes restrita à
região Nordeste do Brasil, a cultura do coqueiro, nos últimos anos vem se
expandindo muito nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e até mesmo Sul,
principalmente, do coqueiro anão. Esta expansão se dá não só no litoral,
mas também no interior dos estados; este fato deve-se principalmente ao
grande aumento da procura e do consumo da água de coco verde, ou seja,
"in natura", comercializada em maior parte na região litorânea e nos
grandes centros.
Curiosidade
Em algumas partes do mundo, macacos treinados são usados na colheita do
coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da
Tailândia. Todos os anos são realizadas competições para identificar o
mais rápido colhedor.
Fonte:
Enciclopédia Britânica
Embrapa
Wikipédia
Biblioteca do
Estudante
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